Já organizados sob o comando de Apolo Maximilliano, os agentes da recém-formada Divisão de Investigação Especial (codinome DIE), reuniram-se em seu novo complexo localizado em Frankfurt, Alemanha, para receber sua nova missão. Connor, Rooney, o novo agente Ryan Griffiths (codinome Null), sob o comando de Apolo, foram para a Universidade de Sorbonne, localizada na cidade de mesmo nome, região central da França. Sua missão era descobrir a origem de uma série de assassinatos e eliminar o problema.
As investigações iniciais revelaram grande possibilidade de se tornar um caso de ataque vampírico. Aprofundamentos levaram os agentes Connor e Null a descobrirem uma passagem secreta na biblioteca da faculdade. O agente Smith foi chamado como reforço para investigar a nova descoberta. A evacuação dos prédios acadêmicos distraiu a atenção dos agentes e Null desapareceu. Entrando na câmara secreta, o grupo descobriu um antigo círculo ritualístico com um fosso cheio de sangue. Null estava desascordado numa tumba central nesse círculo. Horas de investigação se passaram até que Rooney e Smith descobriram que o antigo círculo havia sido rompido e o fosso era um método mágico milenar de manter alguma coisa presa sob a câmara. Um encontro com uma criatura de feições vampirescas levou Apolo a se jogar no fosso com sangue e deixou outros agentes atordoados. As especificações da criatura se encontram no anexo 2A do arquivo Contatos.
O sumiço repentino de Apolo fez com que os agentes fossem a sua procura. Ainda nos túneis da câmara subterrânea ele foi encontrado tendo seu rosto devorado pela criatura. Um combate teve espaço, onde a criatura foi decapitada e ninguém se feriu gravemente. Foi nesse ponto que imagina-se que tudo aconteceu. De acordo com os depoimentos, a primeira desconfiança partiu de Connor, entretanto todos presenciaram Apolo simular alguns poderes vampíricos (até então vistos apenas nas experiências com sangue contaminado nos laboratórios da INC). Ao receber a informação, a agente de campo Code MAY foi enviada ao local com a missão de capturar Apolo e levá-lo à central da INC, em Londres.
Quando Apolo já estava algemado e pronto para o transporte, os agentes envolvidos (a informação de que nenhum civil tenha presenciado a cena ainda não está confirmada) viram uma criatura de aparência milenar (detalhes no anexo 2B) sair do alto da biblioteca, abrir um par de asas e sair voando depois de gritar em grego (Apolo, letrado em grego, ouviu 'liberdade'). Depois do incidente, Apolo foi levado à base da DIE e informações adicionais constam somente no relatório confidencial 77 "Strigoi".
As investigações iniciais revelaram grande possibilidade de se tornar um caso de ataque vampírico. Aprofundamentos levaram os agentes Connor e Null a descobrirem uma passagem secreta na biblioteca da faculdade. O agente Smith foi chamado como reforço para investigar a nova descoberta. A evacuação dos prédios acadêmicos distraiu a atenção dos agentes e Null desapareceu. Entrando na câmara secreta, o grupo descobriu um antigo círculo ritualístico com um fosso cheio de sangue. Null estava desascordado numa tumba central nesse círculo. Horas de investigação se passaram até que Rooney e Smith descobriram que o antigo círculo havia sido rompido e o fosso era um método mágico milenar de manter alguma coisa presa sob a câmara. Um encontro com uma criatura de feições vampirescas levou Apolo a se jogar no fosso com sangue e deixou outros agentes atordoados. As especificações da criatura se encontram no anexo 2A do arquivo Contatos.
O sumiço repentino de Apolo fez com que os agentes fossem a sua procura. Ainda nos túneis da câmara subterrânea ele foi encontrado tendo seu rosto devorado pela criatura. Um combate teve espaço, onde a criatura foi decapitada e ninguém se feriu gravemente. Foi nesse ponto que imagina-se que tudo aconteceu. De acordo com os depoimentos, a primeira desconfiança partiu de Connor, entretanto todos presenciaram Apolo simular alguns poderes vampíricos (até então vistos apenas nas experiências com sangue contaminado nos laboratórios da INC). Ao receber a informação, a agente de campo Code MAY foi enviada ao local com a missão de capturar Apolo e levá-lo à central da INC, em Londres.
Quando Apolo já estava algemado e pronto para o transporte, os agentes envolvidos (a informação de que nenhum civil tenha presenciado a cena ainda não está confirmada) viram uma criatura de aparência milenar (detalhes no anexo 2B) sair do alto da biblioteca, abrir um par de asas e sair voando depois de gritar em grego (Apolo, letrado em grego, ouviu 'liberdade'). Depois do incidente, Apolo foi levado à base da DIE e informações adicionais constam somente no relatório confidencial 77 "Strigoi".
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